Endocrinologia e Metabologia – RQE 5341
Clinica Médica – RQE 5298
CRM – ES: 7019
Endocrinologista, titulada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Clínica Médica, titulada pela Associação Médica Brasileira (AMB).
Filiada a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO).
Endocrinologia e Metabologia – RQE 5341
Clinica Médica – RQE 5298
CRM – ES: 7019
A Endocrinologia e Metabologia é uma especialidade da Medicina com características peculiares, pois contempla diversos sistemas do organismo.
O nosso paciente, é crônico, isto é, estará em seguimento conosco por tempo ilimitado, com maior ou menor intervalo entre as consultas, a depender do diagnóstico e quadro clínico apresentado.
A atualização do conhecimento é essencial para tomar as melhores condutas, levando sempre em consideração a individualidade de cada paciente para decidir, em conjunto, a melhor forma de tratamento.
A primeira lembrança que tenho sobre o desejo de ser médica, foi por volta dos meus cinco anos de idade. A endocrinologia também entrou cedo em minha vida, inclusive busquei monitorias relacionadas a especialidade durante a faculdade, para que já estivesse em contato este universo.
Formei em Medicina pela Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória em 2001 e fiquei quatro anos em São Paulo, onde me especializei em Clínica Médica e em Endocrinologia e Metabologia. Finalizei a residência médica e retornei a minha cidade natal, Vitória/ES, onde me fixei e construí minha família com meu esposo Maurício Carvalho Guerra, médico cirurgião.
Hoje me dedico intensamente à Endocrinologia e Metabologia e, diante da complexidade da especialidade, procuro continuar sempre evoluindo para prestar o melhor atendimento possível aos meus pacientes.
Considero muito relevante estar ligada a sociedades médicas éticas que representam a especialidade, como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome metabólica (ABESO), entre outras.
“A medicina não é apenas uma profissão, é uma vocação de amor e dedicação.”
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Espírito Santo (SBEM-ES)
Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Nacional (SBEM)
Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO)
Você pode agendar sua consulta diretamente pelo nosso site, clicando no botão “Agendar uma consulta”, ou entrando em contato pelo telefone/WhatsApp informado na seção de contato.
Atualmente, não atendemos convênios, somente particular.
Pedimos que qualquer cancelamento ou reagendamento seja feito com, pelo menos, 24 horas de antecedência, o que permite que outro paciente possa ser atendido no horário disponibilizado.
O tempo de consulta varia de acordo com a complexidade do caso.
A frequência das consultas varia conforme o diagnóstico e o tratamento. O intervalo ideal será informado após cada consulta.
Sim, fornecemos atestados médicos, receitas, laudos e outros documentos de acordo com a necessidade de cada paciente.
Sim, sempre é permitido levar acompanhante, especialmente em casos de pacientes idosos ou pessoas com necessidades especiais.
Rua Misael Pedreira da Silva, 70
Edifício Medical Center, Sala 1008
Santa Lúcia | Vitória ES
CEP: 29056-230
Segunda a sexta-feira
Presencial e on-line
Entrevista para o jornal A Tribuna sobre a mudança no perfil de saúde da população brasileira.
Dados do Global Burden of Disease 2023, publicados no The Lancet Regional Health – Americas, analisando brasileiros de 1990 a 2023, mostram que o IMC elevado passou a ser o principal fator de risco associado a doenças no Brasil, ultrapassando a hipertensão arterial.
Nas últimas décadas, o IMC aumentou de forma progressiva.
Outros fatores continuam sendo importantes: Hipertensão, glicemia elevada, tabagismo, alterações do colesterol e outros fatores tem grande impacto sobre a saúde.
O estudo evidencia uma transformação no perfil epidemiológico brasileiro e a dimensão que o excesso de peso alcançou.
Obesidade não é uma questão estética, é uma doença crônica que pode estar associada a hipertensão, diabetes tipo 2, doença cardiovascular, doença renal, alterações metabólicas e outras complicações.
Precisamos mudar a forma como abordamos o excesso de peso: identificar precocemente, prevenir complicações e tratar de maneira individualizada, baseada em evidências científicas.
A reportagem foca justamente nessa mudança e reforça uma mensagem fundamental na prática clínica: cuidar da obesidade é cuidar da saúde e da prevenção de doenças.
Calcule o seu
IMC (índice de Massa Corporal)
Classificação para adultos:
• < 18,5: baixo peso
• 18,5 – 24,9: peso adequado
• 25,0 – 29,9: sobrepeso
• 30,0 – 34,9: obesidade grau I
• 35,0 – 39,9: obesidade grau II
• ≥ 40,0: obesidade grau III
Atenção: IMC é uma ferramenta de triagem populacional e clínica, mas não deve ser utilizado isoladamente para avaliar a saúde ou o diagnóstico de obesidade. A avaliação deve considerar também composição corporal, distribuição da gordura, presença de complicações metabólicas e outras características individuais.
#Procure um endocrinologista.
Vídeo da entrevista para TV Gazeta abordando a pesquisa realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center, sobre a percepção que a pessoa tem em relação a própria saúde.
Estar assintomático não significa necessariamente estar saudável.
Precisamos cuidar dos hábitos de vida, do peso corporal, realizar os exames de rotina conforme definido por diretrizes, para que possamos evitar, adiar ou diagnosticar precocemente as doenças.
O futuro da nossa saúde começa com as escolhas que fazemos hoje. Não devemos esperar o corpo pedir a nossa atenção para começar a nos cuidarmos. A saúde é construída ao longo da vida.
Reportagem publicada no jornal A Tribuna sobre o cenário atual preocupante na região sudeste: a elevada frequência de excesso de peso e o consumo importante de alimentos ultraprocessados.
Dados baseados na pesquisa A Saúde do Brasileiro, hábitos de vida e diagnóstico médico, realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center, mostraram que 66% dos entrevistados da região sudeste estavam acima do peso ideal e 16% disseram consumir doces 5 a 7 dias da semana.
Os dados reforçam que o excesso de peso é uma condição de saúde multifatorial: alimentação, comportamento, ambiente, sono, atividade física, genética, medicamentos, condições metabólicas entre outros.
O excesso de gordura corporal, especialmente a gordura visceral, está associado a alterações metabólicas e a maior risco de diversas doenças, incluindo diabetes tipo 2, hipertensão, dislipidemia, doença cardiovascular e alguns tipos de câncer.
Obesidade é uma doença crônica e deve ser abordada com avaliação individualizada, acompanhamento médico especializado e estratégias terapêuticas baseadas em evidências.
Alimentação adequada e atividade física continuam sendo fundamentais, mas nem sempre são suficientes. Muitos pacientes necessitarão de tratamento medicamentoso.
Informação de qualidade é importante para que todos tenham conhecimento e cuidado em relação a esta doença tão prevalente, chamada obesidade.
#obesidadeeutratocomrespeito #8bilhoesderazoesparaagir
Entrevista para TV Gazeta sobre a pesquisa realizada pelo A.C.Camargo Cancer Center com mais de 2 mil pessoas no Brasil, abordando a percepção que se tem sobre a própria saúde.
Sentir-se bem não é o mesmo que estar livre de riscos.
Um dos achados chama atenção é que 59% dos entrevistados consideraram sua saúde ótima ou boa. Ao mesmo tempo, segundo os dados informados na pesquisa, 63% apresentavam sobrepeso ou obesidade e 42% afirmaram não praticar atividade física.
Os dados precisam ser interpretados com cuidado, pois o peso, a altura, alimentação e atividade física foram relatos dos próprios participantes. Apesar disso, existe uma reflexão importante: a ausência de sintomas não significa ausência de fatores de risco e doenças.
Sobrepeso e obesidade não são questões relacionadas à estética. O excesso de adiposidade está associado a um maior risco de diversas doenças crônicas e também a diferentes tipos de câncer.
Cuidar da saúde vai além de procurar atendimento quando algum sintoma aparece. Precisamos acompanhar o peso, a pressão arterial, a glicemia, o colesterol, manter a alimentação adequada, praticar atividade física e realizar os exames preventivos indicados para cada faixa etária.
Prevenção é conhecer os próprios fatores de risco e agir antes que eles se transformem em doença.
E, como médica, acredito que essa seja uma das partes mais importantes do cuidado: olhar para a saúde antes que o paciente adoeça.
Ainda sobre a VIII Jornada Capixaba de Endocrinologia e Metabologia, agradeço o convite da diretoria da regional SBEM-ES para participar com outras colegas moderando a mesa sobre dislipidemia.
Houve uma importante atualização da diretriz de dislipidemia em 2026 com o Escore PREVENT sendo recomendado para avaliação de risco, permitindo estimar risco cardiovascular em 10 e 30 anos, individualizando a decisão sobre tratamento hipolipemiante.
Precisamos analisar o risco cardiovascular global de cada paciente, utilizando o escore PREVENT-ASCVD (Predicting Risk of Cardiovascular Disease Events) como ferramenta que incorpora diferentes fatores clínicos e metabólicos.
Além dos índices habituais, a história familiar, presença de diabetes, doença renal, hipertensão, níveis de LDL-C, triglicerídeos, lipoproteína(a), apolipoproteína B e, em situações selecionadas, o escore de cálcio coronariano, podem contribuir para uma avaliação mais individualizada.
Prevenir a doença cardiovascular é tratar o risco antes que o evento aconteça.
Palestrantes de alto nível, como as Dras.Tatiane Emerich, cardiologista do ES, Cynthia Valério, presidente eleita da ABESO e do departamento de dislipidemia da SBEM nacional e Fabiana Rached, autora da diretriz brasileira de dislipidemia, discutiram este assunto fundamental no dia a dia do endocrinologista.
#Dislipidemia #escoreprevent #AVC #IAM
Entrevista para A tribuna sobre semaglutida para pessoas com obesidade que estão na fila da cirurgia bariátrica.
A discussão sobre o uso de medicamentos para tratamento da obesidade em pacientes que aguardam a cirurgia bariátrica representa um avanço importante na compreensão da obesidade como uma doença crônica que precisa ser tratada também durante a espera pelo procedimento cirúrgico.
Em pacientes com IMC mais elevado, a perda de peso obtida com a semaglutida contribui para melhorar parâmetros metabólicos e compensar comorbidades associadas à obesidade, importante para a segurança e o resultado do tratamento cirúrgico.
Os pacientes com obesidade grave que permanecem por longos períodos aguardando a cirurgia, necessitam de acesso ao tratamento clínico durante esse intervalo.
É preciso citar, que alguns pacientes podem apresentar contra-indicação a cirurgia por conta do excesso grave de peso. A terapia medicamentosa viabilizará a perda ponderal necessária para uma melhor abordagem técnica no momento da cirurgia.
Não podemos deixar a doença sem tratamento enquanto se aguarda o procedimento: obesidade é uma doença crônica e progressiva. O cuidado precisa ser contínuo, individualizado e baseado em evidências.
#obesidadeeutratocomrespeito #8bilhoesderazoesparaagir #endocrinología
Segundo dia da VIII Jornada capixaba de endocrinologia.
Hoje nos despedimos deste evento incrível.
Aprendemos muito com palestrantes e os temas excelentes da grade da jornada, discutimos ciência, encontramos amigos, parceiros de trabalho, vimos alunos promissores iniciando a caminhada, confraternizamos.
Momento especial pela participação da minha filha @laura.pguerra em sua iniciação científica.
Em 2028 tem mais …
Hoje foi o primeiro dia da VIII Jornada Capixaba de Endocrinologia e Metabologia.
O evento acontece a cada 2 anos, sob coordenação da diretoria da @sbem_espirito_santo e representa uma oportunidade para revermos colegas, um momento de atualização, discussão científica e troca de experiências sobre temas que fazem parte da nossa prática diária.
A Endocrinologia e metabologia é uma especialidade em constante transformação com novos estudos, novas terapias e novas evidências que nos desafiam continuamente a rever conceitos e aprimorar nossas condutas.
Participar de eventos como este é parte fundamental do compromisso com uma medicina baseada em evidências, no conhecimento e no cuidado individualizado.
É uma alegria participar de mais uma Jornada Capixaba de Endocrinologia!
#sbemespiritosanto #jornadacapixabadeendocrinologiaemetabologia
Discussão com cardiologistas e endocrinologistas sobre Dapagliflozina, medicação da classe dos inibidores de SGLT2.
O tratamento do diabetes tipo 2 deve considerar não apenas o controle glicêmico, mas também a prevenção das complicações cardiovasculares e renais.
Os grandes estudos clínicos com dapagliflozina demonstraram benefícios importantes nesse contexto, com efeitos relevantes sobre insuficiência cardíaca e doença renal, inclusive em pacientes sem diabetes.
– DECLARE–TIMI 58 com mais de 17 mil pacientes com diabetes tipo 2, a dapagliflozina reduziu o risco de hospitalização por insuficiência cardíaca.
– DAPA-HF: pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção ≤40%, a dapagliflozina reduziu o risco de piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular, de maneira semelhante em pacientes com e sem diabetes. O estudo DELIVER mostrou benefício também em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada.
– DAPA-CKD: estudo realizado em pacientes com doença renal crônica, com ou sem diabetes, houve redução no risco do desfecho composto por queda da taxa de filtração glomerular, doença renal terminal ou morte renal/cardiovascular.
Esses resultados ajudaram a mudar a forma como enxergamos a classe dos inibidores de SGLT2.
A dapagliflozina é hoje uma importante ferramenta no tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 ou com doença cardiovascular ou renal.
Precisamos estar atentos a síndrome cardio-renal-metabólica e tratar o nosso paciente de forma holística.
E atenção: a droga está disponível na farmácia popular gratuitamente para pessoas a partir de 65 anos e, atualmente com a quebra da patente, com valor acessível para aqueles não contemplados com gratuidade.
#dapagliflozina #isglt2 #endocrinologia
Entrevista para o jornal A Tribuna em 05 de setembro de 2026.
A ANVISA registrou diversas novas canetas de semaglutida neste ano, promovendo uma boa mudança no cenário da medicação no Brasil.
Após o vencimento da patente e a aprovação de novos medicamentos à base de semaglutida, o mercado brasileiro passou a ter novas opções de fabricantes da droga, aumentando a concorrência e criando a possibilidade de redução de preços, o que é muito importante, para que tratamentos eficientes sejam acessíveis.
A semaglutida é uma medicação eficaz, mas o seu uso deve fazer parte de uma estratégia terapêutica individualizada, com indicação, dose, acompanhamento médico e avaliação de segurança.
Mais opções no mercado podem representar mais acesso, porém, precisa vir acompanhado de informação, qualidade, segurança e responsabilidade. Não podemos banalizar o tratamento com o avanço na disponibilidade, é preciso ter compromisso com a ciência e ética.
O caminho deve ser sempre o mesmo: medicamento regularizado, indicação adequada, prescrição médica e acompanhamento individualizado.
Procure um endocrinologista.
#semaglutida #diabetes #obesidadeeutratocomrespeito
Momento de discussão com colegas cardiologistas e endocrinologistas sobre Tirzepatida.
O Pré-diabetes não deve ser encarado apenas como uma alteração laboratorial.
Pré-diabetes não é uma pré-doença. É uma doença chamada pré-diabetes.
É um marcador de maior risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2 e está frequentemente associado à obesidade, especialmente ao excesso de adiposidade visceral. Logo, pré-diabetes e obesidade não devem ser vistos isoladamente.
A adiposidade visceral, está relacionado à resistência à insulina e à progressiva deterioração da função das células beta pancreáticas. Ao longo do tempo, esse processo pode levar à elevação persistente da glicemia e ao desenvolvimento do diabetes tipo 2, mas a progressão para diabetes tipo 2 pode ser prevenida ou retardada com mudanças no estilo de vida, acompanhamento clínico e, quando indicado, tratamento específico da obesidade.
As recomendações atuais da American Diabetes Association (ADA) destacam a importância do manejo do peso em pessoas com pré-diabetes e excesso de peso ou obesidade.
Implementar o tratamento para sobrepeso e obesidade nestes pacientes significa reduzir o risco de doenças futuras e preservar saúde metabólica.
#PréDiabetes #Obesidade #DiabetesTipo2 #Endocrinologia
Reportagem do jornal A Tribuna sobre a redução do risco cardiovascular em pacientes com diabetes usuários de Mounjaro.
Ao tratar uma pessoa com Diabetes Mellitus, é importante termos em mente que não devemos focar apenas na melhora da glicemia, precisamos fazer mais pela saúde deste paciente.
O arsenal terapêutico hoje disponível, como a Tirzepatida e a Semaglutida, permite que o tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade seja impactado por uma importante decisão: a escolha da medicação não se limita mais a redução da glicemia ou do peso , precisamos reconhecer seus efeitos sobre desfechos clínicos relevantes, especialmente os cardiovasculares.
No caso da tirzepatida, o estudo SURPASS-CVOT em pessoas com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular aterosclerótica, avaliou a ocorrência de morte cardiovascular, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral.
Em relação a semaglutida, diferentes estudos avaliaram seus desfechos cardiovasculares, como o SUSTAIN-6, para a apresentação injetável, e o estudo SOUL com semaglutida oral, demonstrando redução significativa de eventos cardiovasculares maiores em comparação ao placebo.
Ainda temos o estudo SELECT, avaliando Semaglutida 2,4 mg em pessoas com doença cardiovascular estabelecida e sobrepeso ou obesidade, SEM diabetes, também mostrando redução no risco do desfecho cardiovascular composto de morte cardiovascular, infarto não fatal ou AVC não fatal.
A mensagem importante é que o tratamento metabólico precisa ser avaliado para além do óbvio.
Conhecer os dados de segurança e os desfechos cardiovasculares das terapias disponíveis faz parte de uma medicina baseada em evidências e de uma decisão individualizada para cada paciente.
#Diabetes #obesidadeeutratocomrespeito #Tirzepatida #Semaglutida #MACE